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GENEBRA (Reuters) - Cerca de metade das 2,6 milhões de pessoas deslocadas após uma guerra de três anos no Iraque contra militantes do Estado Islâmico são crianças e a persistente violência prejudica esforços para aliviar o sofrimento delas, informou nesta sexta-feira a Organização das Nações Unidas.

Embora o governo de Bagdá tenha declarado vitória no mês passado sobre o Estado Islâmico após retomar quase todos os territórios dominados pelo grupo militante em 2014, persistentes bombardeios e ataques a tiros dificultam a reconstrução das vidas de pessoas deslocadas, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

“Nós acreditamos que como um resultado deste conflito, uma falta de investimento durante os anos, e a pobreza... há cerca de 4 milhões de crianças atualmente em dificuldade no Iraque”, disse Peter Hawkins, representante-chefe da Unicef no país.

Ele disse durante entrevista coletiva em Genebra por telefone de Bagdá que 1,3 milhão das 2,6 milhões de pessoas deslocadas pelo frequentemente devastador confronto com o Estado Islâmico são crianças.

“Embora a luta tenha chegado a um fim em diversas áreas, surtos de violência continuam em outras –somente nesta semana, três bombardeios aconteceram em Bagdá”, disse o diretor regional da Unicef Geert Cappelaere em comunicado.

“A violência não está somente matando e mutilando crianças; está destruindo escolas, hospitais, casas e ruas. Está destruindo uma diversificada malha social e a cultura de tolerância que mantém comunidades juntas.”

Hawkins disse que a Unicef também está ajudando crianças de supostos militantes do Estado Islâmico atualmente em detenção ao fornecer conforto e auxílio legal, e está tentando reunir as crianças separadas de suas famílias, incluindo no exterior.

(Reportagem de Stephanie Nebehay, em Genebra)

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Reuters